sexta-feira, 23 de março de 2018

IFAP adere ao programa Rede Brasil Mulher e lança curso de empreendedorismo para mulheres em vulnerabilidade social.


Fátima Pelaes (SPM) discursa no lançamento
do Rede Brasil Mulher, no Palácio do Planalto
A Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres da Presidência da República (SPM) firma parceria com o Instituto Federal do Amapá (Ifap) através do Rede Brasil Mulher, programa do governo federal coordenado pela SPM. Depois de aderir ao programa, o Ifap lança hoje e vai implantar em todas as unidades do Amapá, o curso de capacitação para mulheres em vulnerabilidade social, nos municípios de Laranjal do Jari, Macapá, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari, Porto Grande e Santana. Serão 120 por unidade.
Marialva Ramalho Almeida, Reitora IFAP
O lançamento do curso será hoje, às 18h, em solenidade no campus de Porto Grande e contará com a participação da secretária nacional de Políticas para Mulheres, Fátima Pelaes, e da reitora do Ifap, Marialva Almeida.
Na ocasião será lançado o edital com a presença de mulheres convidadas de vários segmentos, todas em situação vulnerabilidade social.

A Direção do Ifap e a secretária Fátima Pelaes vão explanar como vai funcionar o curso para que as potenciais alunas possam entender os objetivos do projeto. Esse curso visa capacitar as mulheres, futuras empreenddoras, e abrir novos horizontes de oportunidades e conquista de espaços no mercado.

O calendário de lançamento dos cursos marca para o dia 24, sábado, na Câmara Municipal de Pedra Branca do Amapari, às 9h30; dia 26, nos campi Macapá, às 9:30 e Santana às 15 horas, e no dia 28, nos campi Laranjal do Jari e Oiapoque, às 14 horas.

Rede Brasil Mulher
Presidente Temer assina decreto criando
o  Rede Brasil Mulher ao lado de
Fátima Pelaes (SPM)

A Rede Brasil Mulher é uma articulação nacional de órgãos e entidades públicas, empresariais e organizações da sociedade civil, com a finalidade de estimular ações que promovam a igualdade entre mulheres e homens, de modo a proporcionar a dignidade e a autonomia da mulher e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país. É uma estratégia de mobilização nacional em rede, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres do governo federal para alcançar os objetivos da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), principalmente o objetivo quinto, “alcalçar a igualdade de Gênero e empoderar todas as Mulheres e Meninas”.

São os seguintes os eixos de atuação da Rede Brasil Mulher: saúde, educação, autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho; enfrentamento e combate à violência contra a mulher e fortalecimento e participação das mulheres nos espaços de poder e decisão.

Entre os objetivos, estão contribuir para a redução da desigualdade entre mulheres e homens, por meio da formação de gestores, profissionais de educação e estudantes em todos os níveis e modalidades de ensino, e promover o acesso e a permanência de meninas, jovens e mulheres na educação de qualidade, contribuir para a autonomia econômica e para a igualdade de tratamento e oportunidade das mulheres no mundo do trabalho, urbano ou rural, no que se refere ao acesso, à remuneração e à ascensão, de forma a reduzir as desigualdades geracionais de classe, de raça e de etnia, bem como fomentar e fortalecer a participação plural e multirracial das mulheres nos espaços de poder e decisão, por meio da promoção de mudanças culturais, legislativas e institucionais que contribuam para a construção de valores igualitários e democráticos.
Erika Bezerra, Pró-Reitora do Ifap

Mobilização 
Para divulgar a Rede Brasil Mulher, a pró-reitora de Extensão do Ifap, Érika Bezerra, realizou reunião no dia 6 deste mês, na Associação dos Moradores do Macapaba (Asmorema), com a participação de mais de 200 mulheres.

“Por meio do curso de empreendedorismo para mulheres, pretende-se impactar de forma positiva a vida de muitas mulheres que estejam em condições de vulnerabilidade social, no sentido de promover a autoestima, autonomia, a qualificação, o empoderamento, assim como o resgatar a dignidade e igualdade de direitos", afirma a coordenadora geral Ana Cláudia Penha.

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