quarta-feira, 17 de maio de 2017

Notas quentes

Pedido negado
O pedido de Habeas Corpus impetrado pela defesa do deputado Moiséis Souza (PSC) não logrou êxito. No último dia 9, a quinta turma do STJ negou o pedido e manteve o ex-presidente da AL em regime de prisão domiciliar.

Gesto 
Vereador Odilson Nunes (PRB-AP) tomou uma decisão, no mínimo, inédita: anunciou a doação de sua remuneração como vereador durante um ano para  ajudar na recuperação das escolas da rede publica municipal. É claro que não vai resolver o problema, mas das duas uma, ou o vereador quis puxar a orelha do prefeito ou ele é filantropo mesmo.

Ensinando o bê-á-bá
Com o objetivo de formar os técnicos sobre a elaboração do orçamento, lei de responsabilidade fiscal, convênios, etc, o Tribunal de Contas do Estado tem feito incursões por todos os municípios do interior. É que, normalmente, por desconhecimento ou má fé, boa parte dos prefeitos acabam seus mandatos e ficam inelegiveis devido as falhas na gestão.


Pré Campanha 
2018 já começou. Alguns políticos com mandato andam fazendo malabarismo para ganhar visibilidade. Vale tudo na busca por ser visto pelo eleitor. Ocorre que se não houver um bom trabalho de marketing agora no período da pré-campanha, alguns deles certamente não voltarão.

Nepotismo
Ministério Público anda com a lupa nas instituições públicas para barrar o não menos famoso nepotismo trocado. Aquele esquema em que um politico que tem influência em determinada esfera emplaca um parente em outra e compensa com uma vaguinha para quem acolheu sua indicação do outro lado.

Disputa por espaço  
O porto de Santana está ficando congestionado. Boa parte do minério está sendo exportada por lá. Junta-se a isso o terminal de conteiners, a instalação de mais dois chiploads e , ao menos , cinco grandes silos para armazenagem de grãos. Daqui a algum tempo o congestionamento será no canal de Santana.

Primeiro passo
O Amapá caminha para a industrialização. A Zona Franca Verde ganhou os dois primeiros projetos aprovados, essa semana, na reunião da Suframa. Os incentivos fiscais não ficarão só com a União, as empresas terão uma forcinha do governo do estado.

Renúncia fiscal 

Para o governador Waldez Góes é muito melhor abrir mão de arrecadar impostos com a internação de equipamentos e ganhar com as instalação de fábricas que vão gerar empregos, renda e receita.

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