quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A tendência do voto

Bom dia!

Ainda não temos um levantamento independente, do Ibope por exemplo, mas dando uma passadinha pelas chamadas pesquisas para consumo interno, através das quais os candidatos e marqueteiros se orientam, constatei que as adesões a Waldez Góes (PDT), neste segundo turno, vem surtindo mais efeito do que as de Camilo Capiberibe (PSB).  Nas duas sondagens que vi, Waldez ampliou a diferença para Camilo, se comparando com o placar do primeiro turno. Naquela fase Waldez fechou com 42% e Camilo com 28% , uma diferença de 14 pontos. Hoje a distância seria de 23%. Se esses números refletirem a realidade, conclui-se-se que as adesões de Jorge Amanajás (PPS), Bruno Mineiro (PT do B) e Lucas Barreto (PSD) deram o impulso que Waldez precisava para ampliar a diferença para seu adversário.
A luta de Camilo, em se considerando esses números, será para conquistar os indecisos que, aliás,  são poucos e apostar na migração dos eleitores que já se dizem certos com Waldez, o que, na opinião de analistas não é tarefa fácil.
Como ainda temos 10 dias para a eleição do segundo turno, vamos aguardar um pouco pra ver o que dá na pesquisa do Ibope, anunciada para sexta feira. A partir desse resultado teremos melhor base para analisar, uma vez que o Ibope faz uma pergunta interessante e que por ela podemos vislumbrar melhor a tendência de voto: "você ainda pode mudar o seu voto?". Depois de sabermos o percentual de pessoas que admitem trocar de candidato, de um lado e de outro; somados aos que se consideram indecisos, ou seja, aqueles que ainda não sabem em quem votar, poderemos chegar a uma conclusão mais próxima da realidade.

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